Disponibilizou aos mineiros teleconsultas, monitoramento de contatos de casos suspeitos e ou confirmados de covid-19, apoio psicológico, agendamento para a vacinação contra o novo coronavírus, atuando nos momentos mais críticos da pandemia. O Conjunto Hospitalar do Mandaqui foi o primeiro hospital da rede pública instalado no estado, em 1938, e é hoje um dos maiores da zona norte da capital. Com 450 leitos, a unidade realiza atendimentos de urgência e emergência, clínica médica, clínica cirúrgica, pediatria, ginecologia e obstetrícia e ambulatório de especialidades. “Hoje, estamos assumindo mais um compromisso de ampliar o acesso aos serviços de saúde, otimizar os recursos que temos, encurtar distâncias e reduzir iniquidades.
Por meio do Saúde Digital MG - Covid 19 foram realizadas 45 mil avaliações e mais de 13 mil teleconsultas. Aproximadamente 6.000 usuários tiveram acesso ao acompanhamento virtual de enfermeiros e psicólogos voluntários ao longo do tempo em que o aplicativo esteve em funcionamento. A ação também reduziu a taxa de mortalidade em 20%, aumentou a satisfação com o atendimento e permitiu a otimização de recursos e melhora nos serviços de tratamento intensivo. O resultado da implantação do projeto de telessaúde, com atendimento à distância, é equivalente à criação de 11 novos leitos de UTI sem a necessidade de novos investimentos em infraestrutura ou ampliação de gastos com pessoal.
Acima de tudo, entregar assistência de melhor qualidade para a pessoa certa, no lugar certo”, reforçou o secretário de Saúde. O governador Tarcísio de Freitas fez esse compromisso de trazer a saúde digital e todo um mundo de oportunidades para fazermos melhor usando ferramentas tecnológicas”, acrescentou. O governador em exercício Felicio Ramuth e o secretário estadual da Saúde, Eleuses Paiva, participaram nesta quinta-feira (11) do lançamento do Programa de Saúde Digital, no Conjunto Hospitalar do Mandaqui, na zona Norte da capital. Até o fim do ano, o projeto de telemedicina deve ser expandido para outros 19 hospitais de São Paulo, implantando inovações a 355 leitos para viabilizar mais de 1,3 mil novos atendimentos em todo o estado. Plataforma móvel (App) de serviços digitais que dá ao cidadão acesso às principais informações de saúde. Segundo o Pacote de Ferramentas da Estratégia Nacional de e-Saúde, “em um mundo cada vez mais digital, impelido pelos avanços tecnológicos, investimento economico e mudanças sociais e culturais, existe um crescente reconhecimento de que, inevitavelmente, o setor da saúde deve integrar as TIC no seu modo de fazer negócios.
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A OPAS é uma referência internacional para os países e para as regiões que querem melhorar o seu sistema de saúde”, detalhou Fonteles. Na tarde desta segunda-feira (21), o governador Rafael Fonteles visitou a sede da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), em Washington, Estados Unidos, para dialogar e celebrar cooperação visando o avanço com as pautas da saúde digital e do programa de saúde materna, desenvolvidos no Piauí. O governador se reuniu com o presidente da OPAS, Dr. Jarbas Barbosa; Adrienne Cox, chefe de unidade de Análises de Saúde, Métrica e Evidências; James Fitzgerald, diretor de departamento de sistema de saúde e serviços. A SEIDIGI monitora, ainda, o portfólio de tecnologias de saúde digital do MS, inclusive os dicionários de dados, sistemas (nacionais de informação em saúde e internos de gestão), tecnologias de telessaúde, padrões semânticos e tecnológicos e demais soluções de hardware e software. Também é responsável por coordenar as políticas de Monitoramento e Avaliação do SUS; de Inovação em Saúde Digital do MS, bem como as políticas de prospecção e incorporação de tecnologias digitais e telessaúde ao Sistema Único de Saúde. Um aspecto muito significativo da proposta de Estratégia Global é que ela unifica, sob o termo Saúde Digital, todos os conceitos de aplicação das TICs em Saúde, incluindo e-Saúde, Telemedicina, Telessaúde e Saúde Móvel.
A estratégia de saúde digital brasileira é bastante abrangente e integra políticas, programas e ações de saúde; serviços e sistemas de informação e comunicação; mecanismos de financiamento; infraestrutura; governança; tecnologias; e recursos humanos, conforme demonstra a figura da arquitetura da estratégia de e-Saúde do Brasil. O presidente da OPAS, Jarbas Barbosa, parabenizou o governo do Piauí pelo piloto do Saúde Digital, e destacou a importância da telessaúde no atendimento a quem precisa. A pandemia nos colocou a obrigação de avançar essa agenda pois ela nos permite reduzir barreiras, permite identificar problemas de saúde de maneira mais imediata e permite fazer com que as pessoas possam ter acesso aos serviços de saúde. Acredito que ajuda a racionalizar os gastos com saúde com os recursos limitados que todos temos. Parabenizo o Piauí por esse projeto piloto que vai ser muito benéfico não só para o Piauí, mas para que outros estados do Brasil aprendam e se beneficiem com a experiência”, refletiu Jarbas. A Organização Mundial da Saúde define – em seu Pacote de Ferramentas da Estratégia Nacional de e-Saúde – a eSaúde, ou Saúde Digital, como “e-Saúde é a aplicação das Tecnologias de Informação e Comunicação à Saúde (WHO, 2006).
Ser a operadora de saúde de referência nos mercados de atuação, se diferenciando pela qualidade dos produtos, serviços e inovações e pela efetividade em gerar valor sustentável para clientes, contratantes, colaboradores, parceiros, fornecedores e acionistas. No início de 2023, os médicos do serviço de pronto atendimento (SPA-Adulto) do IMIP passaram a ter acesso a um serviço de apoio remoto para laudos de eletrocardiograma. Com essas informações em mãos em tempo hábil, os médicos do SPA-Adulto otimizam o tempo de início dos tratamentos adequados. Agir rapidamente é uma das garantias de maior sobrevida em várias situações, especialmente as de maior risco como o infarto agudo do miocárdio e as arritmias cardíacas.
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Tal aplica-se, quer o objetivo seja o de chegar a todos os cidadãos com cuidados seguros, equitativos e de alta qualidade, quer seja o de cumprir obrigações de investigação, relato e ação humanitária na área da saúde pública”. A pandemia do Coronavírus evidenciou de forma cristalina a relevância da informação oportuna e precisa como instrumento de operação de tomada de decisão para as necessidades de curto, médio e longo prazo em saúde. O cenário dinâmico e de grande risco à população provocado pelo novo Coronavírus exigiu respostas contundentes de todo o sistema de saúde e, em especial do Sistema Único de Saúde (SUS), para coordenar as ações nacionais e orquestrar os esforços de estados, municípios e da Saúde Suplementar.