O DIU (Dispositivo Intrauterino) é um método contraceptivo do grupo dos de Longa Duração, é opção segura e pode ser usado em qualquer idade do período reprodutivo, sem a necessidade da intervenção diária da mulher e sem prejudicar a fertilidade futura. Envolve técnica de inserção ambulatorial, a ser prestada junto ao Centro de Saúde Princesa do Jacuí, sob a responsabilidade do médico ginecologista e obstetra, José Luiz Cantera Menna Barreto. O protocolo visa prestar assistência no planejamento reprodutivo às mulheres em idade fértil do município de Cachoeira do Sul, bem como ampliar o acesso às informações sobre métodos contraceptivos de dispositivos intrauterinos. A redução da incidência de gravidez indesejada e consequentes abortos induzidos tem um impacto substancial na morbilidade e mortalidade materna e infantil. É um serviço que prescinde de cuidado humanizado e qualificações de enfermagem no planejamento reprodutivo.
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Adolescentes são pessoas livres e autônomas, que têm direito a receber educação sexual e reprodutiva e a ter acesso às ações e serviços de saúde que os auxiliem a lidar com a sexualidade de forma positiva e responsável e os incentive a adotar comportamentos de prevenção e de cuidado pessoal. Isso implica que todos os adolescentes e jovens que procuram o serviço de saúde sejam ouvidos com atenção, recebam informações, atendimento e encaminhamentos adequados. O acesso aos preservativos e ao teste de gravidez deve ser o mais abrangente e simples possível, favorecendo as ações de anticoncepção, de prevenção das IST/HIV/Aids e o acesso precoce ao pré-natal. Nesse campo são fundamentais as ações educativas, e que estas se desenvolvam em diferentes espaços, nas escolas, nas associações comunitárias, nos serviços de saúde, no domicílio, entre outros, buscando-se o envolvimento dos pais e familiares.
O consumo excessivo de gorduras saturadas, presente em grande parte dos fast-food, pode ser nocivo para a sua saúde reprodutiva. Se ter um filho está nos seus planos próximos, é importante saber que existem muitos fatores envolvidos na sua saúde reprodutiva que podem adiar ou adiantar esse sonho. “É de relevância o profissional estar preparado para orientar a população, realizando uma abordagem correta e assim efetuando um atendimento de qualidade para os pacientes”, afirmou. No dia 4 de agosto, a Secretaria de Estado da Saúde – Sesau realiza a 1ª Oficina sobre Saúde Reprodutiva e Sexual, por meio da Subdiretoria Técnica e Coordenação Estadual de Saúde Reprodutiva e Sexual – SDTECS.
Esta publicação tem a finalidade de oferecer orientações técnicas para a atuação dos profissionais da Atenção Básica na atenção à saúde sexual e à saúde reprodutiva, tendo por princípio a abordagem integral e a promoção dos direitos humanos, entre os quais se incluem os direitos sexuais e os direitos reprodutivos. A atenção em saúde reprodutiva é uma das áreas de atuação prioritárias da Atenção Básica à Saúde no Brasil, de modo que ela deve possibilitar às pessoas o acesso a informações e a métodos seguros de planejamento reprodutivo, bem como a serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde no que diz respeito à vida reprodutiva. Além disso, a Agenda 2030 da ONU, em suas Metas 3.7 e 5.6 visa assegurar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva e aos direitos reprodutivos. Assim, para os jovens é tão importante viver as novas experiências que a adolescência traz, quanto aprender os novos cuidados que devem ter para não afetar seu desenvolvimento físico, emocional e psicológico. É disso que trata a “saúde sexual e reprodutiva”, é a capacidade de desfrutar de uma vida sexual segura, responsável, prazerosa e livre de violência.
https://www.gov.br/pf/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/relatorio-de-drogas-sinteticas-2021/relatorio_drogas_sinteticas_2021___versao_final___revisado_ljm___edb_assinado_assinado.pdf
Para o integrante do Grêmio Estudantil da Escola Estadual Professora Maria do Carmo Almeida, Marcos Vinícius Soares, de 18 anos, “quem trouxe essa ideia foi o professor Pedro, através dos alunos, com o projeto das mães grávidas da região de Amarantina. A importância desse assunto é para mostrar à sociedade essas consequências e o que tem acontecido dentro da cidade deles. E agora, através dessa audiência pública, poderemos levar conhecimento também para a população em relação a sexualidade e quebrar tabus”, ressaltou. O vereador Geraldo Mendes (PCdoB), que presidiu a conversa, parabenizou a escola pela realização da pesquisa. “Quero parabenizar a escola e o professor Pedro, que em uma conversa disse que havia realizado esse projeto de pesquisa com os alunos. Esse projeto tem que ser uma discussão permanente nas escolas municipais, até mesmo como prevenção, porque a evasão da escola, principalmente das meninas, em muitos casos se deve a isso, em ter o nascimento do filho e não conseguir conciliar o estudo com a tarefa de mãe, enquanto que o pai, muita das vezes, não dá a devida atenção”, disse.
O dinamismo do setor sanitário é evidenciado pelo grande número de iniciativas e programas de saúde da mulher e da criança, conforme descritos anteriormente. O impacto desses programas variou, mas sua formulação e implementação evidenciam a força da saúde coletiva brasileira. Com o objetivo de debater sobre saúde reprodutiva e sexualidade com os alunos e a comunidade do distrito de Amarantina, foi realizada nessa segunda-feira (10), audiência pública na Escola Estadual Professora Maria do Carmo Almeida. O debate foi motivado após a realização de um projeto realizado pelos alunos da escola, com a temática “Perfil social das jovens mães do distrito de Amarantina”.
https://www.ipea.gov.br/portal/categorias/45-todas-as-noticias/noticias/13814-custo-de-bem-estar-da-guerra-as-drogas-corresponde-a-r-50-bi-por-ano
A influência da sociedade civil na formulação e monitoramento dessas se deu pela participação em comitês, conselhos e nas conferências, o que se intensificou a partir dos anos 2000. Essa é uma história de avanços e retrocessos, de disputas e consensos, com resultados expressos nos indicadores epidemiológicos aqui apresentados. Programas de proteção social consistem em um conjunto de políticas e programas destinados a reduzirem a pobreza e a vulnerabilidade, diminuindo a exposição das pessoas aos riscos e aumentando a sua capacidade de gestão dos riscos econômicos e sociais, como o desemprego, a exclusão, as doenças, as deficiências e o envelhecimento.